quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
IN BETWEEN
Let me apologize to begin with
Let me apologize for what I'm about to say
But trying to be genuine was harder than it seemed
But somehow I got caught up in between
Let me apologize to begin with
Let me apologize for what I'm about to say
But trying to be someone else was harder than it seemed
But somehow I got caught up in between
Between my pride and my promise
Between my lies and how the truth gets in the way
The things I want to say to you get lost before they come
The only thing that's worse than one is none
Let me apologize to begin with
Let me apologize for what I'm about to say
But trying to regain your trust was harder than it seemed
But somehow I got caught up in between
Between my pride and my promise
Between my lies and how the truth gets in the way
The things I want to say to you get lost before they come
The only thing that's worse than one is none
The only thing that's worse than one is none
And I cannot explain to you
In anything I say or do or plan
Fear is not afraid of you
Guilt's a language you can understand
I cannot explain to you in anything I say or do
I hope the actions speak the words they can
For my pride and my promise
For my lies and how the truth gets in the way
The things I want to say to you get lost before they come
The only thing that's worse than one is none
For my pride and my promise
Between my lies and how the truth gets in the way
The things I want to say to you get lost before they come
The only thing that's worse than one is none
The only thing that's worse than one is none
The only thing that's worse than one is none
LEAVE OUT ALL THE REST
I dreamed I was missing
You were so scared.
But no one would listen
Cuz' no one else cared.
After my dreaming
I woke with this fear.
What am I leaving,
When I am done here?
So if you're asking me I want you to know...
When my time comes
Forget the wrong that i've done
Help me leave behind some reason to be missed.
And don't resent me
And when you're feeling empty
Keep me in your memory
Leave out all the rest,Leave out all the rest.
Don't be afraid
Of taking my beatings
Of shit behind me.
I'm strong on the surface
Not all the way through.
I've never been perfect
But neither have you.
So if you're asking me I want you to know...
When my time comes
Forget the wrong that i've done
Help me leave behind some reason to be missed.
And don't resent me
And when you're feeling empty
Keep me in your memory
Leave out all the rest,Leave out all the rest.
Forgetting
All the hurt inside you've learned to hide so well.
Pretending
Someone else can come and save me from myself.
I can't be who you are...
When my time comes
Forget the wrong that i've done
Help me leave behind some reason to be missed.
And don't resent me
And when you're feeling empty
Keep me in your memory
Leave out all the rest,Leave out all the rest.
Forgetting
All the hurt inside you've learned to hide so well.
Pretending
Someone else can come and save me from myself.
I can't be who you are.
I can't be who you are.
ANIVERSÁRIO
Este é dedicado ao meu melhor amigo...
No tempo em que festejavam o dia dos meus anos,
Eu era feliz e ninguém estava morto.
Na casa antiga, até eu fazer anos era uma tradição de há séculos,
E a alegria de todos, e a minha, estava certa com uma religião qualquer.
No tempo em que festejavam o dia dos meus anos,
Eu tinha a grande saúde de não perceber coisa nenhuma,
De ser inteligente para entre a família,
E de não ter as esperanças que os outros tinham por mim.
Quando vim a ter esperanças, já não sabia ter esperanças.
Quando vim a olhar para a vida, perdera o sentido da vida.
Sim, o que fui de suposto a mim-mesmo,
O que fui de coração e parentesco.
O que fui de serões de meia-província,
O que fui de amarem-me e eu ser menino,
O que fui - ai, meu Deus!, o que só hoje sei que fui...
A que distância!...
(Nem o acho... )
O tempo em que festejavam o dia dos meus anos!
O que eu sou hoje é como a humidade no corredor do fim da casa,
Pondo grelado nas paredes...
O que eu sou hoje (e a casa dos que me amaram treme através das minhas lágrimas),
O que eu sou hoje é terem vendido a casa,
É terem morrido todos,
É estar eu sobrevivente a mim-mesmo como um fósforo frio...
No tempo em que festejavam o dia dos meus anos ...
Que meu amor, como uma pessoa, esse tempo!
Desejo físico da alma de se encontrar ali outra vez,
Por uma viagem metafísica e carnal,
Com uma dualidade de eu para mim...
Comer o passado como pão de fome, sem tempo de manteiga nos dentes!
Vejo tudo outra vez com uma nitidez que me cega para o que há aqui...
A mesa posta com mais lugares, com melhores desenhos na loiça, com mais copos,
O aparador com muitas coisas - doces, frutas, o resto na sombra debaixo do alçado,
As tias velhas, os primos diferentes, e tudo era por minha causa,
No tempo em que festejavam o dia dos meus anos. . .
Pára, meu coração!
Não penses! Deixa o pensar na cabeça!
Ó meu Deus, meu Deus, meu Deus!
Hoje já não faço anos.
Duro.
Somam-se-me dias.
Serei velho quando o for.
Mais nada.
Raiva de não ter trazido o passado roubado na algibeira! ...
O tempo em que festejavam o dia dos meus anos!...
Alvaro de Campos
No tempo em que festejavam o dia dos meus anos,
Eu era feliz e ninguém estava morto.
Na casa antiga, até eu fazer anos era uma tradição de há séculos,
E a alegria de todos, e a minha, estava certa com uma religião qualquer.
No tempo em que festejavam o dia dos meus anos,
Eu tinha a grande saúde de não perceber coisa nenhuma,
De ser inteligente para entre a família,
E de não ter as esperanças que os outros tinham por mim.
Quando vim a ter esperanças, já não sabia ter esperanças.
Quando vim a olhar para a vida, perdera o sentido da vida.
Sim, o que fui de suposto a mim-mesmo,
O que fui de coração e parentesco.
O que fui de serões de meia-província,
O que fui de amarem-me e eu ser menino,
O que fui - ai, meu Deus!, o que só hoje sei que fui...
A que distância!...
(Nem o acho... )
O tempo em que festejavam o dia dos meus anos!
O que eu sou hoje é como a humidade no corredor do fim da casa,
Pondo grelado nas paredes...
O que eu sou hoje (e a casa dos que me amaram treme através das minhas lágrimas),
O que eu sou hoje é terem vendido a casa,
É terem morrido todos,
É estar eu sobrevivente a mim-mesmo como um fósforo frio...
No tempo em que festejavam o dia dos meus anos ...
Que meu amor, como uma pessoa, esse tempo!
Desejo físico da alma de se encontrar ali outra vez,
Por uma viagem metafísica e carnal,
Com uma dualidade de eu para mim...
Comer o passado como pão de fome, sem tempo de manteiga nos dentes!
Vejo tudo outra vez com uma nitidez que me cega para o que há aqui...
A mesa posta com mais lugares, com melhores desenhos na loiça, com mais copos,
O aparador com muitas coisas - doces, frutas, o resto na sombra debaixo do alçado,
As tias velhas, os primos diferentes, e tudo era por minha causa,
No tempo em que festejavam o dia dos meus anos. . .
Pára, meu coração!
Não penses! Deixa o pensar na cabeça!
Ó meu Deus, meu Deus, meu Deus!
Hoje já não faço anos.
Duro.
Somam-se-me dias.
Serei velho quando o for.
Mais nada.
Raiva de não ter trazido o passado roubado na algibeira! ...
O tempo em que festejavam o dia dos meus anos!...
Alvaro de Campos
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
REGRESSO AO PASSADO
A eliminação do Benfica da Taça de Portugal perante o sensacional e, desta feita, afortunado Leixões, é susceptível de múltiplas interpretações, umas tendentes a justificar o desaire «encarnado», outras apontadas para a exaltação do êxito matosinhense. Prefiro outros caminhos, dados a conhecer ao longo da hora e meia do «Mar».Deixados em sossego os méritos e deméritos de ambos e as circunstâncias que decidiram a eliminatória, o jogo mostrou-nos um Benfica descarada e desenraízadamente modernaço, utilizando até à inconsciência o conceito de globalização que nos impingem em cada momento e em todos os momentos. …Uma globalização que, felizmente, destruiu fronteiras e derrubou preconceitos, mas que não me impede de alguma nostalgia em relação a um passado glorioso do «Glorioso» e, sobretudo,ao respeito pelos operários que construíram esses tempos.
Durante décadas o Benfica manteve as suas portas fechadas à entrada de jogadores estrangeiros, sem que esses tempos de resistência o tivessem impedido das maiores conquistas da sua história – década de 60 –, com o aproveitamento exaustivo dos fornecimentos vindos de Moçambique e Angola, então pedaços de Portugal. Só por má fé se pode hoje dizer que Eusébio, Coluna, Águas, Costa Pereira ou Santana não eram portugueses.
Décadas volvidas, o Benfica vergou-se e deixou que os brasileiros Lóio, Jorge Gomes (ex-Boavista) e César desembarcassem na velha Luz, perdendo, assim, a condição de única equipa portuguesa sem estrangeiros. Já então os ventos da modernidade fustigaram o Benfica.
De repente, quase sem nos darmos conta, chegamos ao presente e o Benfica vive hoje ao sabor dos novos tempos, aproveitando as leis do mercado, desobrigado de sentimentos românticos, procurando, apenas, aquilo que lhe é mais vantajoso ou conveniente. Inatacável.Foi essa desobrigação de romantismos que levou o Benfica, no jogo com o Leixões, ao seguinte:
- a apresentar apenas um português (Ruben im) no «onze» inicial;
- a ficar sem UM ÚNICO português em campo quando Ruben im cedeu o lugar
a Balboa (64 minutos), só mais tarde surgindo Nuno Gomes.
Do ponto de vista ético-competitivo, nada a apontar às opções de Quique Flores que, seguramente, funciona mentalmente em obediência aos interesses da equipa, sem se preocupar com a nacionalidade dos jogadores que utiliza. Na Luz, o verbo ganhar conjugar-se-á, por certo, sem esse tipo de pruridos. Dir-me-ão que outros grandes clubes europeus (Arsenal, por exemplo) não revelam a mínima relutância em relação a este tipo de enxurrada de jogadores estrangeiros. Sendo tão verdade quanto legal o procedimento, já tenho sérias dúvidas se a velha mística benfiquista pode exercitar-se apenas com jogadores estrangeiros em campo. Dir-me-ão que vão longe os tempos do « à camisola», que hoje tudo se esgota no profissionalismo dos jogadores. Talvez seja verdade, talvez seja por isso que hoje há menos
jogadores «à Benfica», talvez seja por isso que o clube ganha menos vezes. Entre tantas dúvidas, apenas a minha certeza: julgava impossível ver uma equipa do Benfica sem portugueses em campo. Enganei-me.
Durante décadas o Benfica manteve as suas portas fechadas à entrada de jogadores estrangeiros, sem que esses tempos de resistência o tivessem impedido das maiores conquistas da sua história – década de 60 –, com o aproveitamento exaustivo dos fornecimentos vindos de Moçambique e Angola, então pedaços de Portugal. Só por má fé se pode hoje dizer que Eusébio, Coluna, Águas, Costa Pereira ou Santana não eram portugueses.
Décadas volvidas, o Benfica vergou-se e deixou que os brasileiros Lóio, Jorge Gomes (ex-Boavista) e César desembarcassem na velha Luz, perdendo, assim, a condição de única equipa portuguesa sem estrangeiros. Já então os ventos da modernidade fustigaram o Benfica.
De repente, quase sem nos darmos conta, chegamos ao presente e o Benfica vive hoje ao sabor dos novos tempos, aproveitando as leis do mercado, desobrigado de sentimentos românticos, procurando, apenas, aquilo que lhe é mais vantajoso ou conveniente. Inatacável.Foi essa desobrigação de romantismos que levou o Benfica, no jogo com o Leixões, ao seguinte:
- a apresentar apenas um português (Ruben im) no «onze» inicial;
- a ficar sem UM ÚNICO português em campo quando Ruben im cedeu o lugar
a Balboa (64 minutos), só mais tarde surgindo Nuno Gomes.
Do ponto de vista ético-competitivo, nada a apontar às opções de Quique Flores que, seguramente, funciona mentalmente em obediência aos interesses da equipa, sem se preocupar com a nacionalidade dos jogadores que utiliza. Na Luz, o verbo ganhar conjugar-se-á, por certo, sem esse tipo de pruridos. Dir-me-ão que outros grandes clubes europeus (Arsenal, por exemplo) não revelam a mínima relutância em relação a este tipo de enxurrada de jogadores estrangeiros. Sendo tão verdade quanto legal o procedimento, já tenho sérias dúvidas se a velha mística benfiquista pode exercitar-se apenas com jogadores estrangeiros em campo. Dir-me-ão que vão longe os tempos do « à camisola», que hoje tudo se esgota no profissionalismo dos jogadores. Talvez seja verdade, talvez seja por isso que hoje há menos
jogadores «à Benfica», talvez seja por isso que o clube ganha menos vezes. Entre tantas dúvidas, apenas a minha certeza: julgava impossível ver uma equipa do Benfica sem portugueses em campo. Enganei-me.
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
AOS ANTI-BENFICA
Nos bons e nos maus momentos,nasci,cresci e vivo Benfiquista,não o sou só nas vitórias,sou-o sobretudo quando perco,e estou lá a dar a cara,não ligo só ao Futebol como muitos só quando a sua equipa ganha,sou benfiquista e sou diferente dessa raça,sou benfiquista e sei reconhecer,ainda que admitindo que obviamente sou tendencioso,por razões óbvias.
Não gosto de perder uma discussão em prejuízo do meu clube.Mas, sei reconhecer,quando somos beneficiados,ou prejudicados.
A nossa diferença esta aí,somos muito melhores que voces,de longe,pois nós gostamos de futebol mesmo quando o nosso clube perde,e não ligamos ao futebol só quando o nosso clube está na mó de cima.
Somos melhores,porque não costumamos ler artigos de jornais de outros clubes,somos melhores,porque não questionamos arbitragens de outros clubes,somos melhores porque assim aprendemos a ver o futebol em Portugal,pois o BENFICA foi,é , e será sempre o MAIOR clube de PORTUGAL,daí essa inveja,talvez dos sentimentos mais feios que existem,mas que para muita gente é um sentimento nato da sua raça.
Hoje foi um desses dias,tudo e todos,questionaram a vitória do BENFICA,como se de uma hecatombe se tratasse,pois bem..
Fomos beneficiados! Finalmente digo eu,e para os mais esquecidos,lembro apenas a mais recente...BENFICA vs Nacional,lembram-se??? ou tem memória curta?
Ah já sei,são mesmo burros,já me esquecia!!!
Pois bem,ainda agora a procissão vai no adro,e quem sabe não venha ainda aqui escrever sobre este assunto.
E ainda estou para ver os TAIS que hoje só falam do BENFICA,qualquer dia quando o seu clube começar a fazer marcha atrás,e nós lhes falarmos de futebol virem dizer o discurso do costume " AH E TAL,QUERO LÁ SABER DE BOLA,ELES É QUE GANHAM O DINHEIRO,EU NÃO LIGO A ISSO"...
Tenhamos nós saúde e havemos de ouvir este discurso,dos TAIS indignados da nossa praça.
E em relação ao resto...duas coisinhas,estão atrás de nós sim senhor,e quando falei que eramos melhores,não era bem isso,não precisamos de auto-promoções,porque no mundo sabem quem nós somos,nós não somos melhores,SOMOS DIFERENTES.....pra MUITO MELHOR...
Não gosto de perder uma discussão em prejuízo do meu clube.Mas, sei reconhecer,quando somos beneficiados,ou prejudicados.
A nossa diferença esta aí,somos muito melhores que voces,de longe,pois nós gostamos de futebol mesmo quando o nosso clube perde,e não ligamos ao futebol só quando o nosso clube está na mó de cima.
Somos melhores,porque não costumamos ler artigos de jornais de outros clubes,somos melhores,porque não questionamos arbitragens de outros clubes,somos melhores porque assim aprendemos a ver o futebol em Portugal,pois o BENFICA foi,é , e será sempre o MAIOR clube de PORTUGAL,daí essa inveja,talvez dos sentimentos mais feios que existem,mas que para muita gente é um sentimento nato da sua raça.
Hoje foi um desses dias,tudo e todos,questionaram a vitória do BENFICA,como se de uma hecatombe se tratasse,pois bem..
Fomos beneficiados! Finalmente digo eu,e para os mais esquecidos,lembro apenas a mais recente...BENFICA vs Nacional,lembram-se??? ou tem memória curta?
Ah já sei,são mesmo burros,já me esquecia!!!
Pois bem,ainda agora a procissão vai no adro,e quem sabe não venha ainda aqui escrever sobre este assunto.
E ainda estou para ver os TAIS que hoje só falam do BENFICA,qualquer dia quando o seu clube começar a fazer marcha atrás,e nós lhes falarmos de futebol virem dizer o discurso do costume " AH E TAL,QUERO LÁ SABER DE BOLA,ELES É QUE GANHAM O DINHEIRO,EU NÃO LIGO A ISSO"...
Tenhamos nós saúde e havemos de ouvir este discurso,dos TAIS indignados da nossa praça.
E em relação ao resto...duas coisinhas,estão atrás de nós sim senhor,e quando falei que eramos melhores,não era bem isso,não precisamos de auto-promoções,porque no mundo sabem quem nós somos,nós não somos melhores,SOMOS DIFERENTES.....pra MUITO MELHOR...
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
SOLDADO
Não quero ir para a guerra,
Tenho medo de morrer,
A pior guerra do mundo,
Esta que é viver.
Se me atingem choro,
Se me ignoram grito,
E a bala que me atinge,
Fere o coração aflito.
E com medo de morrer,
Coloquei uma armadura para vencer,
Mal eu sabia!
Que a armadura que me protegia,
Da chuva e do sol do dia,
Era o que em mim morria...
Tenho medo de morrer,
A pior guerra do mundo,
Esta que é viver.
Se me atingem choro,
Se me ignoram grito,
E a bala que me atinge,
Fere o coração aflito.
E com medo de morrer,
Coloquei uma armadura para vencer,
Mal eu sabia!
Que a armadura que me protegia,
Da chuva e do sol do dia,
Era o que em mim morria...
SANGUE
Baralham-me de tal forma a mente...
Deixam-me a vaguear na incerteza,
Impõem-me caminhos sem regresso,
Mostram-mos cruelmente com frieza.
Maçam-me a alma que chora...
Fingem não ouvir seus gritos agrestes,
E numa encruzilhada de mentes preversas,
vêm-se somente monstruosos ciprestes.
E o sangue que me corre nas veias,
Prende-me fielmente ás teias...
De onde não posso sumir.
E se não me agarram o ódio,
E se não me espancam a rebeldia em pódio,
Sou bem capaz de me ver fugir.
Deixam-me a vaguear na incerteza,
Impõem-me caminhos sem regresso,
Mostram-mos cruelmente com frieza.
Maçam-me a alma que chora...
Fingem não ouvir seus gritos agrestes,
E numa encruzilhada de mentes preversas,
vêm-se somente monstruosos ciprestes.
E o sangue que me corre nas veias,
Prende-me fielmente ás teias...
De onde não posso sumir.
E se não me agarram o ódio,
E se não me espancam a rebeldia em pódio,
Sou bem capaz de me ver fugir.
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
JOANA
Escrevo-te e ainda não nasceste, sinto-te e ainda não te pude tocar, já te amo sem saber que sem se conhecer alguém, se poderia amar. Vem depressa minha princesa benfiquista...o tio aqui te espera...com amor
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